Entrevista Imaginária com Mim Malone

domingo, julho 17, 2016 , , 0 Comentários

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Ultimamente peguei a mania de acompanhar os sites das editoras e livrarias, por que? Porque muitas vezes elas criam conteúdos muito legais sobre os livros que amamos e nós não ficamos sabendo!


Em um desses meus passeios pelos sites encontrei na Intrínseca um post super divertido! É uma entrevista que foi montada com trechos do livro Mosquitolândia (que eu estou bem ansiosa para ler aliás). Bom, vou deixar vocês com a entrevista e a sinopse do livro.
Nome: Mim Malone. Quer dizer, meu nome de verdade é Mary Iris Malone. MIM é só um acrônimo. Eu gosto de ser chamada assim.
Idade: 16 anos.
untitledComo você descreveria sua aparência?Analisados separadamente, meus traços podem ser considerados invejáveis: maxilar forte, lábios carnudos, olhos e cabelos escuros, pele morena. As partes atraentes estão todas aqui, mas parecem meio deslocadas. Eu ajo como se não me importasse, mas me importo. Sou um Picasso, não um Vermeer.
E sua personalidade? Como você se vê?Vou usar um trecho de uma redação que fiz no sexto ano. A descrição ainda vale, mas desconsidere a matemática. Sou 110% anomalia, 33% espírito independente e 7% gênio do pensamento livre. Odeio lagos, mas amo o mar. Odeio ketchup, mas amo qualquer outra coisa feita de tomate. Odeio música country, mas não me canso de ouvir Johnny Cash.
Você se considera uma pessoa criativa?Sim, mas não acredito que a imaginação fértil seja tão benéfica quanto dizem. Se você não tem isso, agradeça aos deuses dos dons de nascença e siga com sua vida. Mas, se for como eu, se tiver sido amaldiçoada com um amor pela narrativa, pelas aventuras em galáxias muito, muito distantes, por criaturas míticas de terras imaginárias que são mais reais para você do que as pessoas de carne e osso — ou seja, as pessoas de verdade —, bom, quero ser a primeira a dar os pêsames. Porque a vida raramente é como você imagina.
Você se diz uma serva da narrativa. Por que escrever é tão importante?
Minha tia dizia que escrever amarra as pontas soltas do cérebro. Eu gosto de pensar assim também. Escrever é melhor do que sucumbir à loucura do mundo, e é mais barato que tomar remédios. Em vez de chafurdar no desespero, na derrota e na autopiedade, em vez de duvidar da minha capacidade e pensar várias outras coisas ruins a meu respeito, eu escrevo. Eu escrevo e fica tudo bem.
Um amuleto: O batom vermelho da minha mãe. O mesmíssimo batom que ela usou na única vez que me maquiou.
Uma defesa: Minha maquiagem de guerra. Minha avó tinha sangue cherokee, portanto eu tenho um dezesseis avos de sangue indígena.
Uma lembrança feliz: As gloriosas histórias de viajante mochileira que a minha mãe fez pela Europa.
Um segredo: O Grande Eclipse Cegante. Sou cega de um olho e nunca contei para ninguém.
Um lema: Às vezes uma coisa só tem validade depois que é dita em voz alta.
Pra quem assim como eu adorou essa personagem, aqui está a resenha!
Sinopse
“Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para o árido Mississippi, onde passa a morar com o pai e a madrasta e a ser medicada contra a própria vontade. Porém, antes mesmo de a poeira da mudança baixar, ela descobre que a mãe está doente.
Mim foge de sua nova vida e embarca em um ônibus com destino a seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, e acaba encontrando alguns companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho. Quando a jornada de mais de mil quilômetros toma rumos inesperados, ela precisa confrontar os próprios demônios e redefinir seus conceitos de amor, lealdade e sanidade.”

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