Cidade das Cinzas - Cassandra Clare

quarta-feira, abril 13, 2016 , , , 0 Comentários


Sinopse:
“Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras especializada em matar demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você descobre de repente que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás,
isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que um simples “amigo”. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe deles parecer ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau… e também o pai de Clary e Jace.
Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se isso for verdade, qual seria o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai?”
ashes.inddFicha do Livro:
Escritora: Cassandra Clare
Páginas: 404
Editora: Galera Record
Lançamento: 2011
Minha Opinião:
O segundo livro da série Os Instrumentos Mortais é tão cativante quanto o primeiro. Nesse livro, Clary entra completamente no mundo dos Caçadores de Sombras, deixando quase inteiramente de lado sua vida mundana.
Com muitas surpresas, e mais ação do que no primeiro livro, os integrantes do Submundo ganham mais espaço e importância, e Valentim é uma presença constante, perturbando a Clave. Enquanto a trama é construída, não é possível ter certeza das lealdades de ninguém, nem de suas intenções. Com muitos acontecimentos e desfechos inesperados, é um livro que se “devora” em uma tarde, apesar de sua extensão, e que, após começado, não se quer largar mais.

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